"(...)Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor. Apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos, porque metade de mim é o que ouço, mas a outra metade é o que calo.(...) E que a minha loucura seja perdoada, porque metade de mim é amor, e a outra metade também."
Oswaldo Montenegro